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segunda-feira, 27 de junho de 2011

seu guia sempre esta proximo

QUANDO VOCÊ ESTÁ CANSADO E DESENCORAJADO
POR ESFORÇOS QUE NÃO DERAM FRUTOS
SEU GUIA SABE O QUANTO VOCÊ TENTOU ...
QUANDO VOCÊ CHOROU POR LONGO TEMPO
COM O CORAÇÃO CHEIO DE ANGÚSTIA
ELE CONTOU SUAS LÁGRIMAS .
SE VOCÊ SENTE QUE SUA VIDA ESTÁ PERDIDA
E QUE MUITO TEMPO TAMBÉM SE PERDEU
ELE ESTÁ CONFORTANDO VOCÊ .
QUANDO VOCÊ ESTÁ SOLITÁRIO
E SEUS AMIGOS ESTÃO MUITO OCUPADOS
PARA UM SIMPLES TELEFONEMA
ELE ACOMPANHA VOCÊ .
QUANDO VOCÊ SENTE QUE JÁ TENTOU DE TUDO
E NÃO SABE POR ONDE RECOMEÇAR
ELE TEM A SOLUÇÃO .
QUANDO NADA MAIS FAZ SENTIDO
E VOCÊ SE SENTE FRUSTRADO E DEPRIMIDO
ELE TENTA LHE MOSTRAR RESPOSTAS .
SE DEREPENTE
TUDO LHE PARECE MAIS BRILHANTE
E VOCÊ PERCEBE UMA LUZ DE ESPERANÇA,
NESSE MOMENTO
ELE SOPROU NOS SEUS OUVIDOS ..
QUANDO AS COISAS VÃO BEM
E VOCÊ TEM MUITO PARA AGRADECER
ELE ESTÁ FESTEJANDO COM VOCÊ .
QUANDO ALGO LHE TRAZ MUITA ALEGRIA
E VOCÊ SE SENTE FORTALECIDO
ELE ESTÁ SORRINDO PARA VOCÊ .
QUANDO VOCÊ TEM UM PROPÓSITO A CUMPRIR
E UM SONHO PARA SEGUIR
ELE ABRE SEUS OLHOS E O CHAMA PELO NOME .
LEMBRE-SE QUE ONDE VOCÊ ESTIVER
SEJA NA TRISTEZA OU NA FELICIDADE,
MESMO QUE NINGUÉM MAIS SAIBA,
SEU GUIA SABE .

seu guia sabe tudo...........

terça-feira, 14 de junho de 2011

o sabio chaplim

Ei! Ouça.Escute o que as pessoas têm a lhe dizer.
É importante.
Suba!Faça dos obstáculos, degraus para aquilo que você julga
importante, mas não se esqueça daqueles que deixou nos
primeiros degraus.
Ei! Descubra.Descubra Deus dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente.
Eu também vou tentar.
Ei! Você…Não vá embora, eu preciso lhe dizer que o amo,
seja lá quem for.
Simplesmente porque você existe!!!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

eu creio

Creio na verdade fundamental de todas as grandes religiões do mundo. Creio que são todas concedidas por Deus e creio que eram necessárias para os povos a quem essas religiões foram reveladas. E creio que se pudéssemos todos ler as escrituras das diferentes fés, sob o ponto de vista de seus respectivos seguidores, haveríamos de descobrir que, no fundo, foram todas a mesma coisa e sempre úteis umas às outras.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

ao final da gira ai começa os trabalhos.

Carlos se dirige a um Centro de Umbanda aconselhado por um amigo, pois a sua vida está bastante complicada. Sua mãe vive doente, já tendo ido a diversos médicos sem sucesso na cura. O seu pai foi demitido da empresa que trabalhava há mais de 25 anos e vive deprimido e chorando pelos cantos. Ele mesmo desempregado há três anos, vê o seu filho adoecer sem condições de comprar o medicamento. A sua esposa, única ainda empregada, apresenta sérios indícios de fadiga mental e física.
Ao chegar no Centro descobre que é dia de consulta com Preto Velho. O seu amigo vai explicando a rotina da casa e como ele deve agir e pedir na hora da consulta.
Chega finalmente a sua vez de se consultar, o seu pensamento está coberto de dúvidas, achando que estava chegando ao fundo do poço ao se dirigir a um terreiro de "macumba", falar com uma pessoa que nunca viu antes na vida e abrir o seu coração, suas dúvidas e temores. Num primeiro momento, acha graça da posição do médium todo curvado e do jeito de falar, não consegue se aquietar, mas o Preto Velho vai aos pouquinhos ministrando alguns passes e por fim Carlos começa a se abrir.
O Preto Velho a tudo ouve, manifestando de tempos em tempos palavras encorajadoras para o aflito Carlos. Carlos não entende o por que, mas enquanto ele fala, o Preto Velho vai estalando os dedos em volta dele, olha discretamente para o copo d’água ao lado da vela, joga para cima a fumaça de seu cachimbo, e assim vai firmando e passando as informações para os guardiões que pertencem a egrégora da Casa, que através dos Exus de trabalho partem com a velocidade do pensamento para a casa de Carlos.
Em dado momento, o Preto Velho que está “preso” ao corpo carnal do médium e. consequentemente, com sua visão limitada, utiliza alguns elementos magísticos e ritualísticos para proporcionar alívio ao Carlos. Diz, no final da consulta, que irá trabalhar para ele e toda a sua família, dá algumas recomendações sobre como rezar e elevar o pensamento a Deus e se despedem.
Carlos tem alguma sensação de alívio, sente-se mais leve e confiante, mas ao mesmo tempo não acredita que meia dúzia de estalar de dedos vão “resolver” o seu problema... Incrédulo, mas não tão fraco retorna a sua casa sem nem imaginar que a batalha está apenas começando.
O Preto Velho, ao ver Carlos se levantar e ir embora, sabe que a essa altura toda a egrégora da Casa já está se preparando para a batalha, e, apesar de ainda estar preso ao corpo do médium pelo processo de incorporação, pode perceber que será grande. Mas ainda há o que ser feito em terra... Precisa descarregar o seu aparelho e o terreiro. Terminado o saravá ele parte, indo se unir com os outros membros da egrégora.
Com o término dos trabalhos, os médiuns começam a ir embora e no Terreiro de Umbanda se faz silêncio. Mas um silêncio apenas aos ouvidos humanos, pois os sons ali emitidos estão numa frequência diferente dos sons conhecidos nessa Terra. E os médiuns pensam: “A gira terminou.” Não meus caros, a “gira” está apenas começando. A egrégora da Casa está reunida dentro do terreiro aguardando o retorno dos Exus de Trabalhos com as informações reais de cada consulta que foi realizada.
Os Exus vão retornando, um a um. O Mentor da Casa assiste e faz intervenções quanto às deliberações do Alto, e os Chefes de Linha estabelecem o famoso “quem vai fazer o que”. Tudo isso ocorre em ambiente absolutamente harmônico e organizado. Exus, Caboclos e Pretos Velhos trocam impressões a respeito dos problemas apresentados e deliberam.
Quando Exu Marabô retorna com as informações a respeito do que encontrou na casa de Carlos, o diálogo que se dá é o seguinte:
Marabô: É, Pai Benedito, a situação lá está bem complicada.
Pai Benedito: Eu já suspeitava. O que você viu?
Marabô: A casa do moço Carlos foi totalmente absorvida por uma rede de energia que tem seres bem grotescos mantendo-a firme. Segui buscando a origem dessa rede e me deparei com uma construção logo acima da casa. Adentrando ao recinto vi uma inteligência poderosa por trás disso, mas sem nenhuma relação direta com nenhum dos envolvidos. Buscando entender a “trama” continuei procurando o porque daquilo e encontrei uma mulher bastante dementada, com um aparelho acoplado em sua nuca e pude “ler” seus pensamentos e “sentir” seus desejos que eram de vingança para com o pai carnal do moço Carlos. Vi também que eles ainda não sabem que o moço Carlos veio aqui no terreiro. Bem, em resumo: A inteligência envolveu essa pobre infeliz e prometendo-lhe “devolver” o pai do moço Carlos pra ela e suga suas energias que é retro-alimentada pelo sentimento de culpa que o pai do moço Carlos tem. Parece que foi uma aventura dele na juventude, só não me preocupei em saber se desta ou de outra vida, pois achei que os dados que tinha já eram suficientes para podermos trabalhar.
Pai Benedito: Sim, sim... Mais do que suficientes! Não estamos aqui para julgar ninguém. Isso cabe ao Pai. Bem, nesse caso teremos que destruir essa construção, mas precisamos primeiro recuperar a moça, e já que o pai de Carlos está involuntariamente retro-alimentando a construção, precisaremos de recursos para auxiliar os familiares também.
Assim, Pai Benedito se dirige ao Caboclo Flecha Dourada, responsável pela corrente de desobsessão daquele terreiro e expõe a situação.          Imediatamente o Caboclo determina que a Pomba Gira Maria Padilha irá utilizar os seus elementos magísticos para que a equipe de resgate da Casa recupere a moça e quem mais tenha condições de tratamento e a “equipe de força” destrua a construção e todos os equipamentos dentro dela. Tarefas distribuídas, eles partem para a construção.
Caboclos, Pretos Velhos e Exus guardam uma certa distância da construção e observam Maria Padilha assumir uma configuração praticamente transparente. Ao chegar perto da construção percebe-se sair de sua boca uma espécie de fumaça enegrecida que começa a tomar conta do ambiente. Logo atrás dela, homens empurram uma espécie de carrinho, que lembram os carrinhos usados em minas de escavação de carvão. Conforme Maria Padilha vai entrando no ambiente tomado por essa fumaça negra, os seres que lá estão caem em profundo sono, sendo resgatados pelos homens e colocados dentro dos carrinhos. A ação dela é rápida. Ninguém percebe a sua presença.
Quando todos são resgatados, Maria Padilha começa a manipular a energia dos instrumentos dentro da construção, mudando sua forma, plasmando outras energias e transformando os instrumentos em bombas autodestrutivas. Finalmente, ela sai da construção e os Exus que compõe a “tropa de choque” ou “equipe de força” passam a detonar a bomba e a destruir a construção e a malha que envolve a construção material na Terra e a prender os seres grotescos que dão sustentação a malha no ponto da construção material.
Caboclos e Pretos Velhos começam a tratar ali mesmo as inteligências retiradas da construção, colocando-os em macas e direcionando aos locais adequados aos tratamentos que irão receber, sob os olhos atentos dos Exus Guardiões, Amparadores e de Trabalho. Outros partem para a construção material e começam o trabalho individualizado entre os membros da família. Exus fazem o trabalho de limpeza e descarga, resgatando os “perdidos”, para serem encaminhados para os trabalhos de desobsessão da Casa de Umbanda, abrindo espaço e dando condições vibratórias para o trabalho dos Caboclos e Pretos Velhos, que é o de inspirar pensamentos de perdão ao pai de Carlos, de esperança no próprio Carlos, saúde e bons eflúvios na esposa e mãe de Carlos. Através de passes magnéticos Caboclos e Pretos Velhos transformam o campo vibratório da casa e cuidam de seus moradores. Enquanto tudo isso ocorre a casa dorme, e todos são tratados em espírito.
Enquanto isso, os médiuns daquele terreiro também dormem em suas casas, mas alguns estão doando ectoplasma, auxiliando nos trabalhos de transmutação energética. Uns participando ativamente e outros observando e aprendendo, através do processo de desdobramento, assistem a boa parte dos trabalhos.
Após o trabalho realizado o Mentor da Casa sorri.
 *******
É claro que, de agora em diante, é de acordo com o merecimento de cada um, de cada membro dessa família, tudo dependerá do quanto cada um irá lutar para melhorar, mas agora sem as “amarras” ou interferência do Astral Inferior.
A Umbanda, através de uma ação conjunta dos componentes da egrégora de uma Casa de Umbanda, pode proporcionar alívio, conforto e libertação aos membros da família e auxílio aos irmãos perdidos nas trevas da ignorância, do ódio, do rancor, do remorso e da culpa.
Mesmo que Carlos nunca mais volte ao terreiro para agradecer a melhora, ou que nunca desperte para a ajuda que recebeu, mesmo que o pai de Carlos nunca se perdoe, a Umbanda se fez presente em Caridade e Amor!
Você ainda acha que Exu é o Diabo?
A Umbanda nasceu do Coração de Zambi em Sua Infinita Misericórdia por nós! Porque só a Umbanda tem quem nos defenda e proteja, independentemente da nossa ignorância nos impedir de reconhecê-los como bons e amigos!
Obrigado, Exu, pela proteção, defesa e principalmente por ter tanta paciência com a nossa ignorância!
Salve os nossos amigos, defensores e compadres! Saravá Exu e Pomba Gira!
Laroyê Exu!
                                     

domingo, 5 de junho de 2011

pedido..

Pai

Eu pedi Força
O Orixá me deu Dificuldades para me fazer forte
Eu pedi Sabedoria
O Orixá me deu Problemas para resolver
Eu pedi Prosperidade
O Orixá me deu Cérebro e Músculos para trabalhar
Eu pedi Coragem
O Orixá me deu Perigo para superar
Eu pedi saúde
O Orixá meu deu doenças para testar minha lealdade
Eu pedi Amor
O Orixá me deu pessoas com Problemas para ajudar
Eu pedi Favores
O Orixá me deu Oportunidades
Eu não recebi nada do que pedi
Mas recebi tudo de que precisava

quarta-feira, 1 de junho de 2011

mãe ivete do gepel,, uma linda casa do pai thome,,

video video

assim e a vida............. quem morde um morde a todos

Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:

-Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo? 

O mestre respondeu: 
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar. 

Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou: 

-Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Quando a vida te apresentar mil razões para chorar, mostre- lhe que tens mil e uma razões pelas quais sorrir. Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.